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Natal em poesia – Cecília Meireles

cecilia Natal em poesia   Cecília Meireles

 

Lindo texto, mereceu até destaque aqui no blog (os outros estão publicados só na página do Facebook – Amor & Ética). Nem se trata de uma poesia propriamente dita. Ainda assim, que bela mensagem!!!

Natal na Ilha do Nanja

Na Ilha do Nanja, o Natal continua a ser maravilhoso. Lá ninguém celebra o Natal como o aniversário do Menino Jesus, mas sim como o verdadeiro dia do seu nascimento. Todos os anos o Menino Jesus nasce, naquela data, como nascem no horizonte, todos os dias e todas as noites, o sol e a lua e as estrelas e os planetas. Na Ilha do Nanja, as pessoas levam o ano inteiro esperando pela chegada do Natal. Sofrem doenças, necessidades, desgostos como se andassem sob uma chuva de flores, porque o Natal chega: e, com ele, a esperança, o consolo, a certeza do Bem, da Justiça, do Amor. Na Ilha do Nanja, as pessoas acreditam nessas palavras que antigamente se denominavam “substantivos próprios” e se escreviam com letras maiúsculas. Lá, elas continuam a ser denominadas e escritas assim.

Na Ilha do Nanja, pelo Natal, todos vestem uma roupinha nova — mas uma roupinha barata, pois é gente pobre — apenas pelo decoro de participar de uma festa que eles acham ser a maior da humanidade. Além da roupinha nova, melhoram um pouco a janta, porque nós, humanos, quase sempre associamos à alegria da alma um certo bem-estar físico, geralmente representado por um pouco de doce e um pouco de vinho. Tudo, porém, moderadamente, pois essa gente da Ilha do Nanja é muito sóbria.

Durante o Natal, na Ilha do Nanja, ninguém ofende o seu vizinho — antes, todos se saúdam com grande cortesia, e uns dizem e outros respondem no mesmo tom celestial: “Boas Festas! Boas Festas!”

E ninguém, pede contribuições especiais, nem abonos nem presentes — mesmo porque se isso acontecesse, Jesus não nasceria. Como podia Jesus nascer num clima de tal sofreguidão? Ninguém pede nada. Mas todos dão qualquer coisa, uns mais, outros menos, porque todos se sentem felizes, e a felicidade não é pedir nem receber: a felicidade é dar. Pode-se dar uma flor, um pintinho, um caramujo, um peixe — trata-se de uma ilha, com praias e pescadores ! — uma cestinha de ovos, um queijo, um pote de mel… É como se a Ilha toda fosse um presepe. Há mesmo quem dê um carneirinho, um pombo, um verso! Foi lá que me ofereceram, certa vez, um raio de sol!

Na Ilha de Nanja, passa-se o ano inteiro com o coração repleto das alegrias do Natal. Essas alegrias só esmorecem um pouco pela Semana Santa, quando de repente se fica em dúvida sobre a vitória das Trevas e o fim de Deus. Mas logo rompe a Aleluia, vê-se a luz gloriosa do Céu brilhar de novo, e todos voltam para o seu trabalho a cantar, ainda com lágrimas nos olhos.

Na Ilha do Nanja é assim. Arvores de Natal não existem por lá. As crianças brincam com. pedrinhas, areia, formigas: não sabem que há pistolas, armas nucleares, bombas de 200 megatons. Se soubessem disso, choravam. Lá também ninguém lê histórias em quadrinhos. E tudo é muito mais maravilhoso, em sua ingenuidade. Os mortos vêm cantar com os vivos, nas grandes festas, porque Deus imortaliza, reúne, e faz deste mundo e de todos os outros uma coisa só.

É assim que se pensa na Ilha do Nanja, onde agora se festeja o Natal.

Texto extraído do livro “Quadrante 1”, Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1966, pág. 169.

Gente que sente uma “tristeza de Natal”.

FELIZ%2B%2528TRISTE%2529%2BNATAL%2521 Gente que sente uma tristeza de Natal.

Há quem sonhe com o amor e há quem sofra com o amor. O mesmo vale para a ocasião do Natal. Tem gente que sente nesta ocasião uma tristeza de fundo, um sentimento de melancolia que chega a pesar mais que a sacola dos presentes. Motivos? Feliz daqueles que sabem os porquês da própria infelicidade.  Ouso apenas compartilhar alguns deles na esperança de que você, que se identifica com algum dos motivos listados abaixo, perceba que não está sozinho nesta: a bem da verdade, o Natal é triste é para muita gente.

Tem gente que é triste porque um ente querido não recebeu o induto de Natal e vai passar mais um Natal dentro da cela. Chega a ser sarcástico, mas tem gente que causa tristeza nos outros justamente por estar fora das celas no dia de Natal. E tem políticos que mesmo condenados, sequer se preocuparão com a questão.

Tem gente que sofre com o Natal do mesmo jeito que sofre com os fins das tardes de domingo, que anunciam o fechamento de mais uma semana, numa espécie de síndrome de pânico acionada pela música do Fantástico. Talvez se esqueçam que a semana terminou no sábado, que o domingo que se vai já era o primeiro dia da semana e que a vida sem estes ciclos (como o Natal e os domingos)  seria algo dificílimo de mensurar. Imagina não contar os dias para que chegasse por exemplo as merecidas férias, ou o tempo da aposentadoria?

Tem cristão que se chateia porque o Natal hoje é Papai Noel demais e Jesus menino de menos. Eles, os cristãos, também costumam chatear os outros por cobrarem mais Jesus e menos Noel no Natal. Esquecem que para um cristão Natal é todo dia e que a melhor manjedoura é o coração de cada filho de Deus. Nada de querer Jesus no presépio alheio, Jesus quer nascer é no estábulo do coração dos seus… (e isso dá tema para um outro post..)

Tem gente que sofre porque perdeu. Perdeu um amor, perdeu dinheiro no presente do amigo secreto, perdeu a graça no colorido das luzes e bolas de Natal. Se esquecem de que o Natal é tempo de pedidos, tempo de renovação das esperanças e também tempo mais de dar do que de receber.

Tem gente que acha a família um saco. Especialmente no Natal. Não toleram a hipocrisia familiar e se contentam em não ser eles mesmos o início da mudança, os que fazem a diferença.

Meu conselho para um Natal menos triste é este:  esqueça um cadinho de si, procure fazer alguém feliz. Tem sempre alguém triste, esperando uma alegria de presente de Natal.

“TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia” ou, um desafio ético para os pais e os profissionais que lidam com crianças.

tdah “TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia” ou, um desafio ético para os pais e os profissionais que lidam com crianças.

De acordo com uma matéria publicada no Mídia sem Máscara  o TDAH  (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade) não passa de uma “teoria”, ou ainda de uma doença fictícia. Como é sabido, a indústria farmacêutica tem lucrado quantia exorbitantes com a venda de remédios psiquiátricos nas últimas décadas. Nos Brasil, os dados do consumo da Ritalina, remédio para tratar o TDAH estão gerando controvérsias. Isto porque a chamada droga da obediência tem fortes efeitos colaterais e o número de vendas sugere um uso indiscriminado. Antes de sair em defesa desta medicação, sugiro que assistam o vídeo O Brasil é o segundo maior consumidor de Ritalina do mundo

Abaixo segue o texto da matéria publicada pelo Mídia sem Máscaras juntamente com a fonte internacional da mesma.

ESCRITO POR WND.COM | 12 DEZEMBRO 2013
ARTIGOS – CIÊNCIA

“TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia”.

Leon Eisenberg teve uma vida luxuosa com sua “doença fictícia”, graças às vendas de medicamentos. Coincidentemente, ele recebeu o “Prêmio Ruane para Pesquisas Psiquiátricas com Crianças e Adolescentes” (Ruane Prize for Child and Adolescent Psychiatry Research). Ele foi um líder na psiquiatria infantil por mais de 40 anos com seu trabalho em experimentos, pesquisas, aulas e políticas sociais na área da farmacologia, e por suas teorias sobre autismo e medicina social”, segundo o jornal Psychiatric News.

Pois é, até admitiram que são TEORIAS. A indústria médica está utilizando o pretexto de ajudar crianças para despersonalizar nossos filhos e desconectá-los de uma criação saudável e normal. Pais estão expondo seus filhos a essas drogas e sujeitando-os ao que o mundo tem a oferecer, quando na verdade tudo o que essas crianças buscam é seus pais, na esperança de ser a bênção que Deus quer que eles sejam.

Nos Estados Unidos, um em cada 10 meninos na faixa de 10 anos toma medicação para TDAH diariamente… e a tendência é de aumento. E com a ajuda das pesquisas do programa Teen Screen nas escolas públicas, estão tentando preparar o estudante para o fracasso.

A psicóloga americana Lisa Cosgrove e outros profissionais revelam os fatos em seu estudo Financial Ties between DSM-IV Panel Members and the Pharmaceutical Industry (Ligações Financeiras entre os Grupos de Trabalho do DSM-IV e a Indústria Farmacêutica) [DSM-IV é a 4º revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria]. Eles descobriram que “Dos 170 membros do comitê, 95 (56%) tinham uma ou mais ligações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. Cem por cento dos membros dos grupos de trabalho para ‘transtornos de humor’ e ‘esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos’ tinham ligações financeiras com empresas farmacêuticas”.

E eles estão colhendo enormes benefícios dessa “doença fictícia”. Por exemplo, o diretor assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor associado de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Harvard recebeu “um milhão de dólares em rendimentos de empresas farmacêuticas entre 2000 e 2007”.

Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, que há algum tempo pesquisam sobre publicidade farmacêutica, realizaram um estudo que mostra que a indústria farmacêutica americana gastou 24,4% das vendas em dólar em publicidade, contra 13,4% em pesquisa e desenvolvimento no ano de 2004. Isso é quase duas vezes mais dinheiro para empurrar suas drogas nas pessoas que para pesquisar e garantir que são seguras!

Isso levanta a seguinte questão: Será que essas drogas são seguras?

Veja você mesmo os alertas contidos nos remédios de tarja preta, e irá se impressionar com os efeitos colaterais listados na bula:

* Confusão
* Despersonalização
* Hostilidade
* Alucinações
* Reações maníacas
* Pensamentos suicidas
* Perda de consciência
* Delírios
* Sensação de embriaguez
* Abuso de álcool
* Pensamentos homicidas

Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?

O Dr. Edward C. Hamlyn, membro fundador do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha, afirmou em 1998 que “o TDAH é uma fraude cuja intenção é justificar a iniciação das crianças a uma vida de vício em drogas”.

O “déficit de atenção” está na responsabilidade dos pais, não na criança. A Bíblia nos diz que o cabe aos pais ensinar “a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando for idosa não se desviará dele!” (Provérbios 22:6 KJA), e não o contrário.

 Tradução: Luis Gustavo Gentil

Do WND: Father of ADHD calls himself a liar

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Para dar voz ao outro lado da história, segue o link da Associação brasileira de deficit de atenção. O site ainda não comentou as  supostas declarações de Leon Eisenberg, “pai” do TDAH.

espalhando amor e etica

Um outro passo na missão de cultivar cada vez mais a difusão e a vivência do amor e da ética através de textos, fotos, vídeos e reflexões. o site Amor & Ética (www.sabedoriadeamar.com.br) ganhou uma página no Facebook! Para acessa-la basta procurar pelo título Amor e Ética na janela de pesquisa da parte superior do face ou acessar o link: https://www.facebook.com/pages/Amor-%C3%A9tica/175000319374784

Dando as boas vindas aos novos leitores, republico aqui o conteúdo de apresentação do blog.

Ah! Me comprometo a tornar estas duas palavras sempre mais vivas. Vamos juntos?

Um abraço caloroso.

Claudio Bernardes

“Sobre o blog

Espaço no qual o autor externa dois temas muito utilizados no convívio social e nas relações interpessoais, mas ainda pouco vivenciados. São eles o amor, em todas as suas expressões, e a ética, em toda a sua significância. Reflexões que surgiram após anos de partilha, ajuda mútua e trabalho como palestrante e aconselhador de pessoas muito especiais, de todas as classes sociais e de inúmeras culturas, crenças e modos de ser.

O endereço desta página – sabedoriadeamar.com.br – é uma homenagem à pesquisa do Prof. Dr. Nilo Ribeiro Junior. Através de seus livros, o autor deste blog conheceu os caminhos necessários para um mergulho na reflexão do filósofo contemporâneo Emmanuel Levinas, o judeu da alteridade que é uma das grandes inspirações para os posts aqui publicados.

“Somos todos responsáveis de tudo e de todos perante todos, e eu mais que os outros.” – Emmanuel Levinas.”

TOP 10: Ranking de reclamações de produtos ou, não estrague o Natal de ninguém.

Devolvendo alimento estragado TOP 10: Ranking de reclamações de produtos ou, não estrague o Natal de ninguém.

Por Cláudio Bernardes: Aproveitando os ensejos de Natal e a época de compras (e também enquanto fico de castigo esperando que a HP solucione meu problema) dei uma olhadela na Lista das 10 empresas que mais sofrem reclamações de seus clientes no site reclameaqui.com.br. Sugiro que aqueles que querem presentear neste Natal se questionem um pouco mais sobre a escolha dos presentes. Não me refiro às lembrancinhas, mas aqueles presente que as vezes queremos até dar a nós mesmos. Afinal, quem nunca né? É bom saber que:

- As campeãs de reclamação são as operadoras de telefonia celular e dentre elas a VIVO ocupa a pole position, estando em primeirissimo lugar (imagino isso na narração de Galvão Bueno) nas lista de reclamações do dia/da semana/do mês/ do ano…

- A CLARO é a que tem menos reclamações no cenário nacional.

- Depois das operadoras, as maiores reclamações vão para os magazines de venda online!

- Extra.com ocupa lugar de destaque, seguido da loja de compras pela internet pontofrio.com

- Quer abrir uma poupança para um afilhado de presente? O Itaú é entre os bancos o campeão de reclamações até a presente data.

- Entre os aparelhos de celulares a Samsung se destaca. (#SóQueNão)

- A Sony está no TOP 10 de empresas #fail do ano. A Dell está no TOP 20 apenas.

- As Casa Bahia estão lá, imagino que por questão de entregas (melhor dizer de atraso nestas). Mas, não posso provar minha tese pois  “nosso serviço de entregas é terceirizado senhor e eu não tenho como entrar em contato com eles no momento.”

- Se você pensa em enviar seu presente via Correio, lamento informar que eles também surgem com alto índice de reclamações no ranking anual…

Enfim, minha sugestão é mesmo visitar uma loja, comprar você mesmo(a), interagir com vendedores, perguntar, testar e só então escolher. Ali mesmo na loja exerça o significado mais verdadeiro do Natal: sorria, seja amoroso(a), faça votos de felicidades a quem te atendeu. Afinal, ele ou ela também correm os mesmos riscos que você nesta época de presentear alguém.

Não deixe de conferir o ranking em: http://www.reclameaqui.com.br/ranking/

Sobre Lulu, Pepeka e privacidade ou “fez a fama, deita na cama”

FacebookPrivacidade Sobre Lulu, Pepeka e privacidade ou fez a fama, deita na cama

Assunto da semana na web, o aplicativo feito para entregar as qualidades e os defeitos dos parceiros tem causado rebuliço. O Lulu, só para as meninas, ganhou uma versão para os homens. Como disse um amigo, “o choro é livre”.

É isso mesmo, produção? Onde fica o segredo do que se vive e do que se faz (ou do que não se faz) entre quatro paredes? Intimidade para que não é mesmo? A questão é: em uma sociedade que privilegia a liberdade ( de ir e vir, de expressão, de ser diferente) a ética é cada vez menos pautada  por normais morais e pela cartilha dos bons costumes, sendo cada vez mais necessário o uso do bom senso, e é aí que a coisa complica.

Quer gostemos ou não, os valores existem para nos dar pistas do que é bom e do que é pisada de bola. Expor a privacidade de um conhecido pode parecer engraçado, mas só o é até a página seguinte… na certa esta permissividade acaba por expor, ridicularizar e ferir. Em suma, pode ser engraçado, mas não ético. Este é o preço que se paga em uma sociedade livre e ao mesmo tempo de critérios éticos cada vez mais pessoais e subjetivos: podemos facilmente confundir liberdade com libertinagem.

A Inveja fere os outros e destrói quem a possui.

 A Inveja fere os outros e destrói quem a possui.

Conhece alguém incapaz de lhe fazer um elogio, valorizar suas conquistas e se alegrar com suas vitórias? Tem a nítida impressão de que as vezes, esta pessoa, mesmo procurando demonstrar boas intenções e laços de amizade, na verdade parece curtir puxar seu tapete? Cuidado, você está convivendo com um invejoso!

A palavra inveja vem do latim invidere, que significa algo como não querer ver. Guarde isso. Costumeiramente entendemos mal o que a inveja é e isso é prejudicial pois disfarça os efeitos mais nocivos desta verdadeira patologia da alma. Quer ver só? Uma busca pela web me entregou esta pérola:

“A inveja pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.” 

Nem sito fontes pois esta definição (falsa) é quase um consenso. Mas não é verdadeira, chegando a ser desonesta. Por quê? Porque a inveja, ou a invídia é a atitude de quem não quer enxergar que, com esforço e dedicação, também poderia alcançar os resultados, sucessos ou bens que são o objeto de sua vontade presentes na vida de outras pessoas. Um exemplo simples é o sujeito que, vendo o carro novo na garagem de seu prédio, sente-se tentado a desdenha-lo (quando não chega as vias de fato de produzir-lhe um arranhão!). Certamente, se estamos falando de um invejoso, ainda que ele não faça nada com o carro novo, procurará de alguma forma atingir o proprietário feliz, nem que seja com uma cara fechada, todas as vezes que se encontrarem no elevador. O mesmo vale para aquela “amiga” que não se alegra com o namorado gente fina que alguém conquistou. Em todos os casos, o mau humor ou as ações danosas do invejoso trazem o seguinte recado: “não quero ver que eu também posso crescer, evoluir, conquistar. Por isso, furo seu balãozinho, puxo seu tapete para que você perca esta felicidade toda e volte aqui para o marasmo de onde eu não quero sair!” (Sim, o invejoso tem a síndrome de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim…”)

Fica claro como é perigoso o convívio com um invejoso. É preciso não cair em suas armadilhas e se proteger. Por outro lado, é preciso examinar se não somos nós que temos estas atitudes. A inveja é algo letal. Além de buscar espalhar mau humor e tristeza ao seu redor, o invejoso, mergulhado em sua conduta, não conseguirá progredir na vida. Ficará amargurando fracassos e criticando as pessoas ao seu redor. Nunca se dará conta de que ele também tem um lugar ao sol à sua espera. Eis aí a fonte de sua verdadeira tristeza…